Com pequenos comentários, compartilho alguns princípios práticos e
realistas a serem levados em conta se você vai pedir ajuda para um
trabalho em equipe.
1. Espere oposição. Em qualquer grupo, por menor que seja, há
discordância. Quando não, hostilidade real. Neemias não era ingênuo.
Acostumado às situações "palacianas", preparou-se adequadamente para
lidar com os "Sambalás e Tobias" – os negativistas e pessimistas de
plantão. Se você imaginar que, apenas por estar fazendo "a coisa" certa,
haverá unanimidade... prepare-se para muita frustração.
2. Não é fácil pedir ajuda. Quando pedimos ajuda, emitimos dois sinais
contraditórios. Um sinaliza: "O que é preciso fazer é importante. Venha
fazer também". O outro extremo diz: "Estou numa enrascada... preciso de
ajuda". Na primeira, podemos ser vítimas do orgulho do tipo "que sobe à
cabeça". No outro extremo, podemos ser vítimas também do orgulho:
"Entrei nessa sozinho, vou sair sozinho...". Não vai! – mas é difícil
pedir ajuda.
3. Nem todos serão prestativos. As motivações são diferenciadas. Cada
pessoa enxerga de um modo como pode "colaborar". Se a sua expectativa de
adesão for muito elevada, talvez parecerá que não esteja havendo
participação.
4. União já faz milagre. Muitas vezes não são milagres que precisamos,
mas a possibilidade de contar uns com os outros. A união faz a força.
Conselhos podem evitar erros grosseiros. Algumas situações desastrosas –
que só um milagre resolveria – poderiam ser evitadas se houvesse ajuda
de pessoas experientes.
PENSAMENTO
Deus é sócio em todos os projetos.
ORAÇÃO
Minha disposição, Senhor, é fundamentar-me na Tua Palavra para entender
como tornar realidade o sonho que tens para mim. Em nome de Jesus,
amém!
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