"Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é justo: perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade" (1 Jo 1:9).
Ela era vendedora de púrpura. Seu nome era Lídia. Vivia na cidade de Filipos e, aparentemente, era uma mulher bem-sucedida. Morava numa casa espaçosa, mas sua alma era vazia. Quando Paulo pregou às margens do rio, o coração dela encontrou respostas para algumas perguntas enigmáticas. Ela se encheu de Deus, e Deus a encheu. Nunca mais Lídia foi a mesma pessoa.
Gosto do adjetivo com o qual esta mulher é apresentada: "Vendedora de púrpura". A cor púrpura é vermelha. Vermelho como o sangue do Senhor Jesus Cristo, que foi derramado na Cruz do Calvário para pagar os pecados de Lídia e de todos nós. João nos informa que o "sangue de Jesus é suficiente para purificar os nossos pecados e os do mundo inteiro".
Interessante como o evangelho se propagava por aquelas regiões não alcançadas com figuras extraordinárias, a ponto de comunicar sua extraordinária eficácia.
E, com essa marca, as portas de sua casa abriram-se, a pregação do evangelho foi divulgada, nasceu a primeira igreja de Filipos: com a marca da púrpura. Creio que a família do carcereiro da cidade ali encontrou abrigo, também a jovem liberta dos demônios agregou-se ao grupo – e todos cobertos pelo sangue vermelho, jorrando da rude Cruz levantada no Calvário.
Esse evangelho de Cristo é maravilhoso!
PENSAMENTO
Foi por mim que, no calvário, o sangue foi vertido!
ORAÇÃO
Senhor, meu desejo é que a consciência de que o pecado me afasta de Ti esteja presente a cada dia em minha vida. Em nome de Jesus, amém!
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